Colcha de retalhos
"um céu cheio de estrelas feitas com caneta bic num papel de pão"
terça-feira, 15 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
gostar do que você faz não tem a ver com realização profissional.
isso aí foi um nome bonito que deram, um nome para maquiar a coisa toda.
gostar do que você faz tem a ver com sanidade mental, isso sim.
isso aí foi um nome bonito que deram, um nome para maquiar a coisa toda.
gostar do que você faz tem a ver com sanidade mental, isso sim.
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.lamento.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
tenho tido muito medo nos últimos dias. sinto que a humanidade inteira, principalmente a minha, caminha sem entender o que realmente está acontecendo. o que importa além de estar vivo? o que, próximo ao abismo, pode me fazer parar e escapar da morte? o mundo que conheço pode estar por um fio. talvez eu tenha que deixar minha casa. talvez eu não tenha tempo de dizer adeus. ninguém está seguro. ninguém está livre da dor. hoje alguns conhecidos me encontraram, carregavam olhos secos de vingança. suspeito que não foram embora. que ainda estão aqui, comigo.
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.retalhos.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
.últimas.
- nessa existência fiz trinta anos. um sopro.
- comemorei com amigos queridos e cheios de carinho. fui feliz.
- trocando em miúdos, gosto da história que contei até aqui.
* mas eu fiz um pedido.
- comemorei com amigos queridos e cheios de carinho. fui feliz.
- trocando em miúdos, gosto da história que contei até aqui.
* mas eu fiz um pedido.
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.retalhos.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
.novidades da casa nova.
o che e a gina agora deram para caçar calangos. por enquanto não estamos nos metendo no assunto. por enquanto.
o che aprendeu a abrir a porta do meu armário. lugar preferido para a soneca do dia. do dia inteiro.
a gina, finalmente, aprendeu a falar. digo, resmungar. tudo pela porta do quintal aberta.
as muriçocas ainda não deram as caras por aqui. acho que pensam que a casa ainda está vazia.
uma mesa de centro retornará ao lar. já foi nossa, da minha mãe, e agora será nossa. de novo.
ainda estamos sem água quente. o que no eusébio é um castigo. banheiro-iglu.
o che aprendeu a abrir a porta do meu armário. lugar preferido para a soneca do dia. do dia inteiro.
a gina, finalmente, aprendeu a falar. digo, resmungar. tudo pela porta do quintal aberta.
as muriçocas ainda não deram as caras por aqui. acho que pensam que a casa ainda está vazia.
uma mesa de centro retornará ao lar. já foi nossa, da minha mãe, e agora será nossa. de novo.
ainda estamos sem água quente. o que no eusébio é um castigo. banheiro-iglu.
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